23.6.09

24 de Junho

Teatro S. João - IV

Porto - Novo Teatro S. João

Teatro S. João - 1920

23 - Porto - Praça da Batalha e Theatro S. João (Lyrico)

Teatro S. João - 1905


Postal de J. N. B. 241, Arnaldo Soares, [Porto], [c. 1905]

Circuito da Boavista - II

9.6.09

Feira na Cordoaria

18.5.09

Largo S. Domingos - Abílio Esteves Pereira

Rua de O Comércio do Porto (antiga Ferraria de Baixo)

Calçada do Forno Velho

São Francisco à sombra

17.5.09

Rua do Outeiro

21.4.09

Fábrica de Lanifícios de Lordelo (4)



Sensivelmente a mesma área das fotografias anteriores  em 2009, 
via Google Maps
(clikar para ver imagem maior)

Para a história do edifício: «A Fábrica de Lanifícios de Lordelo», por Joaquim Morais Oliveira (pdf)


20.4.09

Fábrica de Lanifícios de Lordelo (3)

Fotografia aérea de 1939

Fábrica de Lanifícios de Lordelo (2)

Fotografia aérea 1939

Ponte das Barcas (1818)

George Landmann, Bridge of boats at Porto, 1818.

Avião «Creche do Comércio do Porto» (2)


A 7 de Fevereiro de 1912 realizou-se o primeiro vôo na cidade do Porto, junto ao Castelo do Queijo. No Jornal de Notícias relatava-se o feito: «Hontem, às 6 horas e 10 minutos da tarde, tendo abrandado forte ventania, levantou o primeiro voo do biplano da creche 'O Comercio do Porto'. O aparelho, manobrado habilmente por mister Trescartes, ergueu-se garbosamente do aeródromo e cortou o espaço em diversas direcções, subindo a 800 metros".

Como curiosidade, exactamente no mesmo local onde levantou voo aquele pequeno aeroplano em 1912, situa-se a actual pista de aviões que serve de apoio ao espectáculo «Red Bul Air Race».

O avião «Creche do Comércio do Porto» (1)

na legenda: «O Farman MF4 «Creche do Comércio do Porto» no Palácio de Cristal do Porto

O Maurice Farman  Modelo 1911-1912 (MF4) adquirido através de fundos recolhidos pelo jornal "O Comércio do Porto" em Agosto de 1912 era uma avião biplano de 15 m de envergadura, com motor Renault de 70 CV e com uma velocidade máxima de 80 km/h. Veio para Lisboa com o aviador Trescartes, que com ele fez vários voos em Lisboa e Porto, tendo sido depois oferecido ao Exército, recolhendo à E.M.A. na Vila Nova da Rainha. No periodo 1912 a 1914 esteve à carga da Companhia de Aerosteiros. Foi nesse avião, que era conhecido por "Casta Suzana", titulo de uma peça de teatro muito em voga na época, que Sacadura Cabral deu ao seu futuro companheiro de glória, almirante Gago Coutinho, o baptismo de voo, na manhã de 23 de Fevereiro de 1917.(Crédito: História da FAP vol I) (via)

Batalha da Serra do Pilar durante o cerco do Porto (1832)

Vista da Serra do Pilar, por Dias da Costa, 1832
In Marquês de Resende, Elogio Histórico do Senhor Rei D. Pedro IV

28.3.09

Invasões (5)

A Ponte das Barcas foi projectada por Carlos Amarante e inaugurada a 15 de Agosto de 1806. 
Era constituída por vinte barcas ligadas por cabos de aço e que podia abrir em duas partes para dar passagem ao tráfego fluvial. Destruída parcialmente aquando da permanencia dos franceses na cidade, foi mais tarde reconstruida. Apenas em 1843, com a Ponte Pênsil, foi definitivamente desmantelada.

27.3.09

Invasões (4)

Quadro da época, alusivo à passagem do Douro pelas tropas 
do General Arthur Wellesley (futuro Duque de Wellington) da margem 
sul para o porto, desalojando as tropas francesas que ocupavam 
a cidade, capitaneadas pelo Marechal Soult.

Invasões (3)

Modelo em gesso, da autoria de Teixeira Lopes, evocativo do desastre da 
Ponte das Barcas e cujo original se encontra colocado no Muro da Ribeira

Invasões (2)

Quadro alusivo áo desastre da Ponte das Barcas, presentemente na Capela das Almas 
(ou Igreja das Taipas) e que esteve no local onde posteriormente foi colocado 
baixo-relevo da autoria do escultor Teixeira Lopes

Relato da invasão do Marechal Soult

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in Correio Braziliense ou Correio Literário, Vol. II, Nº12, Londres, Maio 1809

26.3.09

Remise STCP

Foto de Paulo Moura (via)
A Remise situava-se no espaço da actual «Casa da Música» (inaugurada em 2005) e incluia as oficinas gerais da emrpesa concessionária dos transportes colectivos da cidade. 

24.3.09

Inauguração do serviço telefónico no Porto - 1882



Inauguração do serviço telefónico no Porto

Estação instalada na Rua Ferreira Borges, a 1 de Junho de 1882, data que consta da placa comemorativa. Rogério Santos, alerta no entanto para que a data correcta terá sido 1 de Julho do mesmo ano.
(foto retirada de Industrias Culturais)

O serviço telefónico foi inicialmente explorado pela Edison Gower Bell Telephone Company of Europe Limited, tendo em 1887 passado para a exploração da The Anglo Portuguese Telephone Company. Em 1967 a concessão de comunicações telefónicas nas duas cidades principais cidades do país passaram para a empresa pública TLP - Telefones de Lisboa e Porto


Placa que assinala o 1º centenário da instalação do 1º serviço telefónico na cidade do Porto

23.3.09

Homenagem a Guilherme Gomes Fernandes - 2


Inauguração do monumento a Guilherme Gomes Fernandes, na antiga Praça D. Teresa (ou da «Feira do Pão) e que ganhou o nome daquele bombeiro.

in revista Ilustração Portugueza, Nº 482, 17 de Maio de 1915

Homenagem a Guilherme Gomes Fernandes - 1




Inauguração do monumento a Guilherme Gomes Fernandes, na antiga Praça Santa Teresa (ou da «Feira do Pão) e que ganhou o nome daquele bombeiro.

in revista Ilustração Portugueza, Nº 482, 17 de Maio de 1915

«A cidade do Porto prestou há poucos dias condigna homenagem à memoria gloriosa de Guilherme Gomes Fernandes, erigindo-lhe um monumento na antiga praça de Santa Teresa , a que agora lhe foi dado o nome d’aquele bombeiro ilustre. Foi uma cerimónia tocante a da inauguração do busto do notável portuense, que se realizou no dia 1 de Maio, assistindo representantes da câmara, delegados de quasi todas as corporações de bombeiros do paiz e muito povo.

No dia seguinte, domingo, houve, na nave central do Palacio de Cristal um torneio nacional de bombeiros, festa brilhantíssima, que teve uma concorrência numerosa, a qual acompanhou os exercícios realisados, dispensando aos concorrentes quentes e entusiasticos aplausos.

O primeiro premio, que constava d’uma medalha d’ouro e d’uma artística salva de prata, oferecida pela camara do Porto e cinselada por Acacio Trigueiros, foi pelo júri conferida, com toda a justiça, aos bombeiros municipaes do Porto. Os outros, constando de medalhas de prata e menções honrosas, forma respectivamente distribuídas aos municipaes de Coimbra e aos voluntarios de Portalegre, Coimbra, Braga e de Vila Real.

Na segunda-feira, os bombeiros voluntários de Matosinhos ofereceram aos seus colegas de fóra do Porto, um exercício de socorro a náufragos, o qual decorreu admiravelmente.

Com um copo d’agua que aos ilustres visitantes da cidade do Porto, n’esse dia á noite  foi oferecido na prestimosa Associação dos Bombeiros Voluntarios, terminaram os brilhantes festejos  em honra de Guilherme Gomes Fernandes.»


14.3.09

Revolta de 3 de Fevereiro de 1927

Revolução no Porto, 3 de Janeiro de 1927. 
Emídio Guerreiro é o militar em primeiro plano, de pé.


Imagens de trincheira e combatentes na esquina das ruas de Santa Catarina e 31 de Janeiro

Torres Clérigos -1847

Sem texto
in Portugal pittoresco ou descripção historica d'este reino, por M. Ferdinand Denis, Vol. IV, Lisboa, 1847

Primórdios do cinema no Porto - cronologia

26 DE AGOSTO de 1896 - No Teatro do Príncipe Real (Porto), é apresentado à Imprensa o ANIMATOGRAPHO PORTUGUEZ PINTO MOREIRA; sessões públicas a partir do dia seguinte, com doze quadros, “todos de completa novidade e alguns de esplêndido efeito” (“Jornal de Notícias”).
8 DE NOVEMBRO de 1896 - Teatro do Príncipe Real (Porto) apresenta UMA SALVA DE ARTILHARIA NA SERRA DO PILAR de Aurélio da Paz dos Reis e Francisco de Magalhães Bastos Júnior; em cartaz até 14 de Novembro.
10 DE NOVEMBRO de 1896 - Teatro do Príncipe Real  apresenta no KINETOGRAPHO PORTUGUEZ PAZ DOS REIS, também operador com Francisco Magalhães de Bastos Júnior; “quadros de assuntos locais” (“O Comércio do Porto”).
11 DE NOVEMBRO de 1896 - Aurélio da Paz dos Reis apresenta CENAS DA VIDA PARISIENSE; fita divulgada em Sessão Jornalística a 30 de Outubro (“A Voz Pública”).
12 DE NOVEMBRO de 1896 - Primeira sessão do Kinetographo Portuguez, no Teatro do Príncipe Real, com a projecção de SAÍDA DO PESSOAL OPERÁRIO DA FÁBRICA CONFIANÇA (Rua de Santa Catarina, Porto) de Aurélio da Paz dos Reis e Francisco de Magalhães Bastos Júnior.
16 DE NOVEMBRO de 1900 - Baillac & Pigassou filmam (realização e fotografia) NA PRAÇA DE D. PEDRO/PORTO, documentário a exibir no Salão Águia d'Ouro.
23 DE NOVEMBRO de 1900 - Águia d'Ouro (Porto) estreia CORTEJO FÚNEBRE DO SAUDOSO MAESTRO CYRIACO CARDOSO, ocorrido em 16 de Novembro, com passagem na Praça da Batalha; reportagem por Baillac & Pigassou, do Royal Kosmograph.
20 DE DEZEMBRO de 1896 - No Porto (Rua do Bonjardim), é inaugurado o SALÃO EXPRESS; dedicado “aos maravilhosos inventos de Edison”.
8 DE SETEMBRO de 1906 - Teatro Águia d'Ouro (Porto) estreia a actualidade EL-REI DE PORTUGAL EM PARIS, “em apresentação do Cinenematographo Parisiense, da Pathé”.
23 DE DEZEMBRO de 1906 - No Porto (Largo da Cordoaria/Campo dos Mártires da Pátria), é inaugurado o SALÃO HIGH LIFE, pela empresa Neves & Pascaud; “elegante pavilhão, aos Clérigos”, com Cinematographo Pathé, sendo proprietários Manuel Neves e Eduardo C. Pascaud.
10 DE FEVEREIRO de 1907 - No Porto, é inaugurado o SALÃO SANTA CATARINA.
30 DE MARÇO - 1907 - No Porto, é inaugurado o “grandioso pavilhão” SALÃO CINEMATOGRÁFICO PORTUENSE, no Pátio Paraíso (ao Bonjardim) ou dos Bombeiros Voluntários - cuja banda toca no intervalo das sessões, quatro “a partir das 8 horas”; em Julho, passou a chamar-se Animatographo do Paraíso; em Outubro, Salão d'Elite.
27 DE ABRIL de 1907 - No Porto (Rua Alexandre Herculano), é inaugurado o CINE-PALAIS, propriedade de Don Antonio Manresa.
9 DE MAIO de 1907 - No Porto (Praça dos Voluntários da Rainha/Rua das Carmelitas) é inaugurado o ANIMATOGRAPHO DOS GRANDES ARMAZENS DO CHIADO; “nos baixos da casa, onde têm lugar cerca de mil pessoas, todo instalado com luxo e bem disposto”; “destinado aos fregueses, segundo as compras”.
8 DE JULHO 1907 - No Porto (Largo Marquês de Pombal/Rua da Constituição), é inaugurado o SALÃO MARQUEZ DE POMBAL, sendo empresário Armindo José Fernandes.
7 DE AGOSTO de 1907 - No Paraíso (Pátio dos Voluntários - Porto) estreia EXCURSÃO À MADEIRA; reportagem apresentada em Lisboa (Jardim de Inverno do D. Amélia) a 27 de Julho.
9 DE AGOSTO de 1907 - No Porto (Rua D. Carlos\José Falcão/Rua da Conceição), é inaugurado o SALÃO PATHÉ, com “uma série de portas inteligentemente combinadas”.
9 DE AGOSTO de 1909 - Salão High-Life (Porto) estreia S.M. EL-REI D. MANUEL II NO PORTO; inclui “passagem na Praça D. Pedro e lançamento da primeira pedra na Praça Mouzinho de Albuquerque do Monumento à Guerra Peninsular”.

Comboio a vapor - 1977



Despedida do comboio a vapor - Via Larga, Porto, 1977.
Foto: Comissão de Estudo para Instalação do Museu Ferroviário.

Vue du Porto



»Vue de la Ville et du Port de o Porto»
[Visual gráfico / H. l'Evêque d.t. - London : H. L'Evêque, 1817. - 1 gravura : água tinta, color. - Dim. da comp. sem letra: 33,7x51,7 cm.
Biblioteca Nacional, Lisboa

Onde pára o leque dos «cinco cães»?

Grupo dos Cinco
Tirada no Palácio de Cristal no verão
Fotog., Photographia União, Porto 1884
(da esq. para a direita: Eça de Queirós, Guerra Junqueiro, Antero de Quental, Ramalho Ortigão, Oliveira Martins)

«O meu amigo Eça de Queiroz, que tem andado comigo, com uma maleta, e com uma resma de papel, a procurar pelo reino um sítio limpo de massadores, de moscas e de cozinheiros afrancezados, para ahi acabar de escrever A Reliquia, chaga-me hoje da Granja, onde por espaço de dois dias aplicou aos fenomenos sociaes o monocola da nalise;  mas nada pude arrancar do seu peito discreto ácerca da intriga de castas, que surdamente me dizem agitar a psicologia a banhos n'essa praia. Ao sentarmo-nos á mesa para almoçar juntos no Palacio de Cristal, com Antero de Quental, Guerra Junqueiro e Oliveira Martins, soubemos apenas que no club da Granja o nosso amigo perdera  na vespera a aposta de um leque n'uma partida de bilhar com uma das banhistas. Uma das condições da aposta era que o leque seria escrito pelos amigos com que Eça de Queiroz tinha de vir almoçar ao Porto.
Á sobremesa fizemo-nos pois servir um tinteiro e uma penna da cozinha, e entre a pera e o queijo, o leque, comprado no Bazar do Palacio, de setim côr de ouro ornado de uma aguarela representando um grupo de cinco cães, ficou escrito do seguinte modo.
Por cima dos cães, este distico: - Os autores.
Do lado oposto, a rubrica e o texto que passo a transcrever:

OS LATIDOS
I
Quem muito ladra, pouco aprende. Antero de Quental
II
Escritor que ladra não morde. Oliveira Martins
III
Dentada de critico cura-se com pêlo do mesmo critico. Ramalho Ortigão
IV
Cão lirico ladra á lua; cão filosofo abóca o melhor osso. Eça de Queiroz
V
Cão de letras - cachorro! Guerra Junqueiro
ENVOI
São cinco cães, sentinelas
De bronze e papel almasso;
De bronze para as canelas,
De papel para o regaço.

(Assinada)  A MATILHA


O leque foi para  a Granja com Eça de Queiroz.  (...)»

Ramalho Ortigão, in As Farpas, 1º Tomo, Empresa Literária Fluminense Lda, 1926, Lisboa, p.p233-235;

Notas: O referido almoço no Palácio de Cristal ocorreu em Outubro de 1884. 
A «banhista» apostadora com Eça de Queiroz, era Emília de Castro Pamplona, com quem aquele escritor veio a casar em 1886.


10.3.09

Efanor (2)

(fonte)

EFANOR (1)

A Efanor-Empresa Fabril do Norte foi criada em 1904, na Senhora da Hora, Concelho de Matosinhos pelo empresário Delfim Pereira da Costa. Foi uma das mais importantes unidades industriais do Grande Porto e de todo o Norte de Portugal, chegando a empregar mais de 3000 trabalhadores. 
Foi adquirida por Manuel Pinto de Azevedo, grande industrial e empresário que nela introduziu toda uma série de inovações sociais, como seja uma creche, complexo desportivo, corporação privativa de bombeiros, serviços de saúde ou a construção de casas económicas para os trabalhadores.Situava-se este bairro na avenida em frente das instalações fabris (Av. Fabril do Norte), constituido por pequenas habitações familiares, sendo incentivada a sua boa manutenção com, por exemplo, concursos anuais da «casa mais florida».
A empresa registou apenas a sua primeira greve em 1958, não por razões laborais, mas em solidariedade contra a prisão pela PIDE do médico da empresa, Manuel Teixeira Ruela, conhecido como «médico dos pobres».
A unidade fabril, também conhecida como «fábrica dos carrinhos», por inicialmente fabricar carrinhos de linhas fechou em 1994. Foi totalmente demolida em 2007 e para os seus terrenos está prevista a construção de uma urbanização. Apenas ficou de pé o edifício da direcção/administrativo/creche, entretanto adaptado a Colégio/Jardim de infância propriedade da Fundação Belmiro de Azevedo, e um pequeno edifício e chaminé industrial para vir a ser um polo museológico,  extensão da Fundação de Serralves e  para preservação da memória industrial da própria Efanor.

9.3.09

Efanor (3)

Invasões (1)

Alegoria à Invasão do Porto pelos Franceses, circa 1809. 
Gravura a buril e água forte de gravador desconhecido.
211 x 278 mm (mancha).

É percéptível na imagem o Desastre da Ponte das Barcas

Chafariz em São Lázaro


(foto de GS)

Este chafariz, instalado desde 1838 no Jardim de São Lázaro (inaugurado em 1834),  pertenceu á sacristia da Igreja dos Terceiros de São Domingos, localizada ao lado do Convento de S. Domingos, na actual embocadoura da Rua Ferreira Borges. A Igreja foi demolida, por ordem do tribuno de que herdou o nome em 1837 para a abertura da actual rua, uma via estruturante de acesso ao futuro Palácio da Bolsa e então Tribunal do Comércio (de que Ferreira Borges foi o criador e era presidente), instalado no antigo convento de S. Francisco.

O chafariz é de estilo barroco compondo-se de um dupla bica central, vertendo sobre um tanque em forma de taça semicircular apoiada por coluna central ricamente decorada. É o chafariz composto por uma combinação de materiais como seja o típico granito, decorado com elementos de mármore branco e rosa para além de ardósia negra presente em embutidos decorativos.

25.2.09

Torre dos Clérigos

Torre dos Clérigos, Enrique Casanova, ca. 1890

Foz do Douro

Foz do Douro, por Enrique Casanova (1850-1913) ca. 1890

24.2.09

Quartel de Santo Ovidio

Visual gráfico. - [S.l. : s.n., ca. 1850
Actual Quartel-General, na Praça da República

A. Nicolau d'Almeida & Cª Ldaª


Guia Oficial dos Caminhos de Ferro de Portugal (1913)

13.2.09

Teatro D. Afonso

Teatro D. Afonso, Rua Alexandre Herculano, 356

4.2.09

Jacob Maersk - 5


29 de Janeiro de 1975

3.2.09

Jacob Maersk - 4


29 de Janeiro de 1975
(fonte)

Jacob Maersk - 3

29 de Janeiro de 1975

Jacob Maersk - 2

A foto não tem data, mas será seguramente dos anos 80.

Jacob Maersk - 1


29 de Janeiro de 1975



Neste dia, pelas 12.35,  o super-petroleiro Jabob Maersk, de pavilhão dinamarquês, carregado com 80.000 tonaledas de petróleo vindo do Irão, encalhou num banco de areia junto ao Porto de Leixões, em frente á Avenida Montevideu, na cidade do Porto.
Poucos momentos depois, o motor do navio incendiou-se, provocando uma súbita e estrondosa explosão, partindo o navio em 3 partes. A explosão foi audível em quase toda a cidade e inúmeras viaturas que passavam junto á marginal viram as suas viaturas afectadas com a queda de petróleo em chamas. 7 dos tripulantes faleceram na explosão.
Durante 3 dias o navio esteve em chamas que atingiram os 100 metros de altura. A nuvem de fumo criada foi visível em vastas extensões, havendo relatos do seu avistamento em Viana do Castelo e Aveiro. 
Dezenas de pessoas moradoras na zona mais próxima do acidente foram internadas com problemas respiratórios devido aos fumos tóxicos. Em toda a cidade o ar tornou-se quase irrespirável, tornando-se necessário manter portas e janelas fechadas. Muitos estabelecimentos comerciais foram obrigados a fechar. Chegou a aventar-se a hipótese de dezenas de milhar de pessoas terem de ser evacuadas da cidade, pelo perigo de exposição aos gases tóxicos e dificuldades respiratórias. 
Nas semanas seguintes ao acidente, a parte dianteira do navio foi-se lentamente deslocando até encalhar definitivamente mesmo junto ao Forte de S. Francisco Xavier (Castelo do Queijo), onde permaneceu nos 20 anos seguinte, tornando-se um ícone, ainda que involuntário e temporário, da cidade. 

16.1.09

Câmara Municipal do Porto - 1915



«Cliché do distinto fotografo amador Sr. Jaime Paes», 
in A Ilustração Portugueza, No. 491, 10 de Maio de 1915

«NA CAMARA MUNICIPAL DO PORTO - A posse da comissão administrativa do municipio portuense produziu na cidade uma certa efervescencia, de que se esperava graves acontecimentos. Foram tomadas pelo governo todas as precauções para que ordem não fosse perturbada. Mas era curioso o aspeto militar em frente da camara e pelas ruas proximas, o que chamou a atenção da gente que por ali se aglomerava. Dentro do edificio não se deu, porem, qualquer incidente de retumbancia na ocasião em que a comissão tomou posse dos destinos municipaes e o aparato belico terminou: com a retida da guarda republicana ao seu quartel do Carmo.»

4.1.09

A Foz do Douro


in «Album pittoresco e artistico de Potugal» [1849-1873]